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Artículo
Caracas / Venezuela -
 


Os governos latinos americanos estão
a serviço do imperialismo dos EEUU
Dalton F. Dos Santos* / Soberania.org - 03/04/07

Resumo

Toda exploração somada ao crescente contrabando de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP, gás de cozinha) provoca uma crise no mercado interno boliviano. Nas principais cidades da Bolívia, as donas de casa formam longas filas para comprar gás. Em Cochabamba, Oruro e La Paz, elas estão começando a bloquear ruas com botijões de gás para protestar contra a escassez do produto. Lamentavelmente, enquanto o povo boliviano fica sem o GLP, só o campo de San Alberto, operado pela Petrobrás, na Bolívia, obteve no último dia 5 de dezembro de 2006 um recorde histórico de produção ao alcançar um volume de 12,5 milhões de metros cúbicos de gás natural e 10.209 barris de petróleo. Vivendo essa realidade, foram caracterizados quatro blocos políticos na América Latina.


Quê papel cumprem os regimes da América Latina?

Os intelectuais de esquerda exageram o radicalismo ou a realidade revolucionária de Cuba e Venezuela. Continuam crendo que os neoliberais pragmáticos como Lula, Kirchner e Vázquez são “progressistas”, e os agrupam junto com esquerdistas pragmáticos como Chávez, Castro e Evo Morales. Passa por alto a contraditória realidade e suas acomodações pragmáticas com os regimes neoliberais. Caracterizam os partidos e os regimes segundo suas passadas identidades políticas esquerdistas e não segundo suas atuais políticas elitistas de livre comércio e exportação de agro-minerais.


A esquerda pragmática inclui o presidente Hugo Chávez, na Venezuela, Evo Morales, na Bolívia e Fidel Castro, em Cuba. É um bloco pragmático porque não faz um chamado à expropriação do capitalismo nem ao rechaço da dívida (externa e interna) nem tampouco à ruptura de relações com os Estados Unidos.

A retórica e o discurso radical de Chávez não correspondem com as realidades políticas. Se não fosse a hostilidade intransigente de Washington e suas táticas de continua confrontação e desestabilização, Chávez seria moderado. Os Estados Unidos está diante de um radical pragmático que poderia estar acomodado também no discurso.

Ainda que Chávez repreenda a intenção estadunidense (dos Estados Unidos) de aniquilar o processo democrático na Venezuela, o governo chavista garante 12% das importações totais diárias de petróleo dos Estados Unidos, é dono de 12 mil postos de gasolina nos Estados Unidos e de várias refinarias. O pragmatismo chavista é um campo muito lucrativo para os investidores estadunidenses, fornece energia de modo confiável e cria alianças com a Colômbia, um dos principais aliados e cliente dos Estados Unidos na América Latina. Na Venezuela há inúmeras organizações não governamentais financiadas pelos Estados Unidos, uma dúzia de partidos e uma confederação de sindicatos atuando em colaboração dos planificadores estadunidenses (dos Estados Unidos). Nada diferente do que acontece no Brasil, a CUT e a FUP não se envergonham de dizerem ser governistas com muito orgulho.

A política praticada pelos governos de Cuba e Bolívia é a mesma da esquerda pragmática chavista. Cuba estabeleceu laços diplomáticos com quase todos os cliente e aliados dos Estados Unidos na América Latina. Explicitamente estendeu a mão diplomática a Álvaro Uribe, da Colômbia, e respalda em público os neoliberais pragmáticos como Lula da Silva, do Brasil, Nestor Kirchner, da Argentina e Tabaré Vázquez, do Uruguai. O paradoxo é que enquanto Cuba aprofunda sua integração ao mercado capitalista mundial na emergência de uma nova classe de elites orientadas ao mercado, a Casa Branca incrementa sua hostilidade ideológica. Esta postura extremista se empreende também com o regime de esquerda pragmática de Evo Morales na Bolívia, cuja “nacionalização” não expropriou nem expropriará nenhuma empresa estrangeira. Um de seus principais propósitos é estimular os acordos comerciais entre a elite das agro-empresas da Bolívia com os Estados Unidos.

Washington não é hostil com o governo da Argentina e tem uma relação amistosa de trabalho com o governo do Brasil. Ambos os governos muito bem caracterizados como neoliberais pragmáticos de Frente Populares.

O avanço nas lutas e na consciência antiimperialista das massas latinas americanas se expressa de forma distorcida na vitória de governos de Frentes Populares (esquerdas e neoliberais pragmáticas) e nacionalistas burgueses. Esses governos eleitos sucessivamente incorporam a ideologia e as políticas neoliberais.

Depois dos atentados em Nova York e Washington, 11 de setembro de 2001, o governo de George W. Bush acelerou sua escalada militar em todo o mundo. Na América Latina, a estratégia dos Estados Unidos inclui as instalações de novas bases militares e o reforço das bases já existentes, o treinamento de militares latino-americanos, a venda de armas, a instalação de sistemas de vigilância e espionagem e o apoio a mega-projetos energéticos e de infra-estrutura (projeto IIRSA) para a exploração dos recursos naturais. Esta política busca defender os interesses das grandes empresas. A consolidação do domínio econômico e militar da América Latina e Caribe tem sido uma das prioridades do governo dos Estados Unidos. O crescente processo de militarização no continente latino americano e caribenho tem como objetivo assegurar o controle dos recursos naturais (biodiversidade, petróleo e gás, minerais, e fontes de água doce) e manter a dependência econômica dos países latinos americanos.

Para ter atendido seu maior interesse, o imperialismo responde com uma polarização crescente da luta de classes. Pois, a situação revolucionária da América Latina está se aprofundando e estendendo. Na América Latina e Caribe, os Estados Unidos intensifica a instalação de bases militares como no caso de Manta (Equador), Três Esquinas e Letícia (Colômbia), Iquitos (Peru), Reina Beatriz (Aruba), Hato (Curazao) e Comalapa (El Salvador). Estas bases complementam o cerco dos Estados Unidos no continente latino americano e caribenho, que também inclui bases militares em Porto Rico (Vieques), Cuba (Guantánamo), Haiti e Honduras (Soto de Cano). Os Estados Unidos pretende construir novas bases militares na Argentina (Terra do Fogo), assim como controlar a base de Alcântara no Brasil. O governo de Bush utiliza como pretexto a necessidade de “combater o terrorismo” para justificar suas ações no continente.

Hoje, a Petrobras serve para atender somente os interesses dos acionistas, em detrimento dos interesses do povo brasileiro. É uma empresa que ainda é controlada pelo governo, mas predominantemente privada. O governo tem 55,7% do capital votante (controla a empresa e mantém a indicação de cinco dos nove membros do Conselho de Administração). A empresa tem 67,8% do capital flutuante na bolsa, sendo 38,8% (privado estrangeiro) em Wall Street, Nova York, privado nacional (21,4%) e BNDESPar (7,6%). O governo tem apenas 32,2%. Em 2006, o lucro da Petrobrás foi de R$ 25,9 bilhões. A “estatal” entregará de lucro aos acionistas estrangeiros e privados R$ 7,9 bilhões. O governo receberá R$ 2,54 bilhões.


A União, que detêm a maioria das ações de controle (55,7% do capital votante), arca com os gastos de investimentos da Petrobrás (que são altíssimos no ramo do petróleo). Aumentarão ainda mais porque o principal objetivo da Petrobrás é ser uma empresa de energia, muito mais do que uma empresa de petróleo. Disputa com a PDVSA (Venezuela) e Pemex (México). Até 2011, previsão do pico de produção de petróleo da bacia de Campos, com investimentos estimados em 87 bilhões de dólares, a Petrobrás pretende consolidar passo a passo o perfil de “uma empresa de energia”. A produção de petroleiro no Brasil é de quase 2 milhões de barris por dia. A bacia de campos contribui com mais de 80% da produção nacional. No ano de 2006, quando alcançou o lucro recorde de 25,9 bilhões de reais, a Petrobrás tornou-se a mais lucrativa empresa de capital aberto da América Latina. A Petrobrás representa entre 8% e 10% do PIB brasileiro.

O pico de descobertas mundial de petróleo foi atingido em 1965 e o de produção (Pico de Hubbert), em 2005; por tanto, 40 anos é a distancia temporal entre os dois picos (de descoberta e de produção) Os 10% das reservas de petróleo que sobraram para ainda serem descobertas localizam-se em águas profundas, 69 bilhões de barris. Segundo a “Association for the Study of Peak Oil & Gas”, a bacia de campos atinge o Pico de Hubbert no ano 2011.

A União investe aproximadamente 28 bilhões de dólares em gasoduto para trazer o gás da Bolívia. Hoje, a rede está em torno de 6 mil quilômetros. Mais de 4.600 quilômetros serão construídos até 2009. Hoje, o mercado brasileiro de gás é de 42 milhões de metros cúbicos por dia, sendo 26 milhões de metros cúbicos por dia importados da Bolívia (mais 50% do gás que o Brasil consome vem da Bolívia) através do gasoduto Brasil-Bolívia. A demanda no Brasil vai crescer e deve chegar a 121 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Há expectativa de que a produção interna de gás cresça 55 milhões de metros cúbicos diário.

Até há pouco tempo atrás a União pagava à Bolívia 1,09 dólares por milhão de BTU (Unidade Térmica Britânica), preço injusto e desatualizado. O governo de Evo Morales usa o contrato de 5 dólares fechado com a Argentina como padrão de negociação. Hoje, a Petrobrás paga 4,30 dólares pelo milhão de BTU, que ainda é muito barato. A Bolívia solicita que o preço seja alterado para cima e a Petrobrás discorda. Acontece que a Petrobrás compra da Bolívia um produto estimado em um número de quilocalorias por metro cúbico. No entanto, o produto tem mais quilocalorias do que o estabelecido. É mais rico do que a Petrobrás paga. O governo de Evo Morales apenas exige que a Petrobrás reconheça esse fato e pague mais pelo milhão de BTU. O governo brasileiro concordou em pagar uma remuneração extra (gorjeta) de cerca de US$ 100 milhões por ano à Bolívia - valor calculado pelo ministro de Hidrocarbonetos, Carlos Villegas. Na prática, a remuneração extraordinária tem a equivalência de um aumento entre 3% e 4% no atual preço pago pela Petrobras. É, de fato, uma gorjeta anual. Esse “gasto” adicional será recuperado tão logo a Petrobras instale uma fábrica de separação desses componentes para vendê-los à indústria petroquímica.

No ano passado, a União pagou ao governo da Bolívia um total de US$ 1,26 bilhão pelo total fornecido pelo gasoduto Brasil-Bolívia. Recordemos que o lucro da Petrobrás, neste mesmo período, foi de 25,9 bilhões de reais, lucro recorde.

Tudo isso e mais ainda somado ao crescente contrabando de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP, gás de cozinha), está provocando uma crise no mercado interno boliviano. Nas principais cidades da Bolívia, as donas de casa formam longas filas para comprar gás. Em Cochabamba, Oruro e La Paz, elas estão começando a bloquear ruas com botijões de gás para protestar contra a escassez do produto. Lamentavelmente, enquanto o povo boliviano fica sem o GLP, o campo de San Alberto, operado pela Petrobrás, na Bolívia, obteve no último dia 5 de dezembro de 2006 um recorde histórico de produção ao alcançar um volume de 12,5 milhões de metros cúbicos de gás natural e 10.209 barris de petróleo.

O terceiro bloco político da América Latina são os regimes, partidos e associações de elite neoliberais doutrinárias, que seguem também ao pé da letra os ditames de Washington. É o regime de Felipe Calderón, no México, que se prepara para privatizar as lucrativas empresas petrolíferas e elétricas.  É o regime de Michelle Bachelet, no Chile, permanente exportador de minerais e produtos agrícolas para os Estados Unidos. O regime da Colômbia que recebe anualmente 5 bilhões de dólares de ajuda militar estadunidense (dos Estados Unidos) desde finais dos anos 90. O regime do Peru que por mais de 20 anos privatizou toda sua riqueza mineral, governado agora por Alan Garcia, outro aliado dos Estados Unidos.

Fortificado pelos governos da América Latina, o governo Bush já têm pronto o cenário da batalha para atacar o Iran. O plano para aniquilar as centrais elétricas nucleares iranianas só necessita do visto do presidente Bush para que possa entrar em ação. A Casa Branca contempla não só arrasar as instalações atômicas do regime de Teerã, mas neutralizar qualquer capacidade de resposta militar imediata.


Simultaneamente, Israel dá todo o seu respaldo à iniciativa bélica que desencadearia o Pentágono contra a Republica Islâmica do Iran, e inclusive está disposto a prestar apoio logístico para os Estados Unidos.

É evidente que as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e as recomendações da União Européia podem servir de justificativa para “legalizar” a decisão terrorista do governo Bush de atacar o Iran. Foi assim que “legalizaram” a invasão do Iraque.

A humanidade ainda nem superou o trauma do holocausto nuclear praticado pelos Estados Unidos: Hiroshima, 6 de agosto de 1945, 157.071 mortos. Três dias depois, Nagasaki, 9 de agosto de 1945, 40.000 mortos. Nem tampouco das duas guerras mundiais. A Primeira (1914 – 1918), custo: 10 milhões de mortos, 20 milhões de feridos, 290 bilhões de dólares. A segunda (1939 – 1945), custo: 55 milhões de mortos, 35 milhões de feridos, 2 trilhões e 300 bilhões de dólares. E, de novo, os Estados Unidos pratica ataques genocídios no Iraque, Afeganistão e Haiti. A invasão do Haiti conta com a colaboração do governo Lula e de outros governos da América Latina.

Embora a decisão de atacar o Iran ainda não tenha sido tomada, a Casa Branca sabe que a resposta de Teerã será brutal. Teerã tem varias opções em sua agenda de resposta:




1) Fechar o estreito de Ormuz por onde passa boa parte do petróleo mundial procedente do Golfo;

2) Atacar as instalações energéticas em toda a região do Oriente Próximo e Ásia Central;

3) Lançar seus Kamicaces contra cidades ocidentais, portos e instalações estratégicas;

4) Cometer uma série de atentados na Europa e Estados unidos contra núcleos de população civil.


Se o governo Bush, se ainda houver potencial, optar por esse cenário, irá colocar toda a situação internacional em estado de crise de grande magnitude e conseqüências imprevisíveis.

Recordemos que quando desencadeou o ataque ao Iraque, o governo Bush se propunha aos seguintes objetivos:


1) Destruir o regime hostil, o de Saddam Hussein, e colocar em seu lugar um governo estável e com suficiente autoridade como para ter assegurada a aliança do Iraque com o imperialismo dos Estados Unidos;

2) Cortar pela raiz o terrorismo que se abrigava no Iraque de Saddam Hussein e que alimentava seu regime;

3) Manter o controle estratégico da zona do Golfo Pérsico, crucial para o abastecimento de petróleo no próximo quarto de século, visto o esgotamento geral dos recursos petrolíferos do planeta;

4) Estabelecer um “aliado” frente à potência emergente do Iran;

5) Neutralizar qualquer pesadelo que surgisse para a Arábia Saudita e Emirados Árabes do Golfo Pérsico;

6) Facilitar o papel geoestratégico de Israel no Oriente Próximo, terminando com a instabilidade na região.


Todavia, nenhum desses objetivos foi alcançado até agora. E os Estados Unidos se vêem obrigado a se retirar derrotado do cenário bélico do Iraque, deixando milhares de soldados mortos. Podem deixar uma resistência iraquiana revigorada, um Iran com o seu petróleo e suas instalações elétricas atômicas intactas, e uma crescente luta de classes na região do Golfo Pérsico que pode acabar com as monarquias aliadas dos Estados Unidos na zona.

As mudanças realizadas por Bush no Pentágono, nas Forças Armadas e na Inteligência são a prova de que os Estados Unidos perderam a guerra no Iraque.

As recentes eleições nos Estados Unidos, onde o Partido Republicano perdeu a direção da Câmara de Representantes e do Senado, em grande parte devido à má imagem de Bush sacudida pela guerra do Iraque, não tem nada que ver com as mudanças no Pentágono, no Exército e na Administração. Os Democratas também apóiam a intervenção anglo-estadunidense (Inglaterra e Estados Unidos) no Iraque, tanto como os Republicanos. Não há nenhuma divergência importante entre os dois partidos em relação à política externa. A realidade, de novo, é o retorno da síndrome do Vietnã.

As mudanças são conseqüências diretas da guerra, que os Estados Unidos perderam no Iraque.
As divergências que começam a aflorar entre democratas e republicanos, são produto da mesma. Nem Bush, nem nenhum dos membros de sua Administração; nem a oposição democrata; nem nenhum dos principais expoentes das instituições dos Estados Unidos quer confessar que o país mais potente do mundo, o Exército mais poderoso do planeta, que gasta para se armar mais que o resto dos países do mundo reunidos, perdeu uma guerra para um país destroçado, sem governo, sem Exército, sem forças econômicas e industriais.

Retornando nossos olhos para a América Latina constatamos que existe uma dupla situação:


1) O aprofundamento do processo de recolonização, iniciado na década de noventa; e

2) O crescimento da resistência das massas sempre em luta e que, com desigualdades, vem enfrentando a intenção recolonizadora do imperialismo..


Elemento importante é que na situação revolucionária atual o imperialismo não conta mais com a colaboração e mediação do aparato stalinista internacional que usurpou as conquistas da Revolução de Outubro em seu proveito e foi visto pelas massas como o bastião da luta contra o fascismo.

O quarto bloco político, caracterizado como esquerda radical, inclui setores dos sindicatos e movimentos camponeses e de bairros na Venezuela; a Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas) e setores do Movimento Sem Terra no Brasil; setores da Central Operária Boliviana (COB); os movimentos camponeses e as organizações de bairros de El Alto, Bolívia; setores do movimento camponês-indigena de Conaie no Equador; os movimentos dos professores e indígena-camponês em Oaxaca, Guerrero e Chiapas, México; setores de esquerda camponês-nacionalista no Peru; setores dos sindicatos e desempregados na Argentina. É um bloco político heterodoxo, disperso e fundamentalmente antiimperialista que rechaça qualquer concessão às políticas socioeconômicas neoliberais. Opõe-se ao pagamento da dívida externa e em geral respalda um programa socialista ou nacionalista radical.

 

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Fonte de Pesquisa:

 

Minuta de Conjuntura
PSTU

Fonte de Pesquisa:
César Neto e Leonardo Arantes –
LAS NACIONALIZACIONES EN VENEZUELA:
una victoria a medias

Luiz Fernando da Silva –
Ajustes neoliberais e lutas sociais: estratégias políticas na América Latina –
Marxismo Vivo nº 13 – Ano 2006

Martin Hernandez –
NAHUEL MORENO – Uma vida a serviço da IV Internacional -
Vinte anos depois de sua morte, algumas reflexões sobre o “morenismo” –
Marxismo Vivo Especial – Ano 2007

PETRAS Y LOS CUATRO PODERES EN AMÉRICA LATINA
James Petras, especial para Econoticiasbolivia.com

El Cisne Negro
Diario Digital de Política, Seguridad y Defensa
7 de Janeiro de 2007 e 04 de Fevereiro de 2007.

Pueblos
Revista de Información y Debate
Maria Luisa Mendonça – 16 11 2004

Cartacapital – A Energia do Brasil
21 de março de 2007

Globo.com/Noticias

ASPO
Colin Campbell

Nazareno Godeiro,
Do Conselho Editorial da Revista Marxismo Vivo




(*) Dalton Francisco Dos Santos – de Alagoas e Sergipe/Brasil - Email: palma@infonet.com.br

 





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